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Sexo sem Estresse

Sexo sem Estresse


Pessoas estressadas quase sempre transportam os problemas do trabalho para a vida pessoal. Além de comprometer a qualidade de vida e o convívio com amigos e familiares, a fadiga crônica provoca distúrbios físicos e psicológicos. Um dos problemas comuns de homens e mulheres nessa situação é relatado sempre com constrangimento aos especialistas: o comprometimento da atividade sexual. Uma abordagem revolucionária é proposta pelo WSM (Work Stress Management), que trata do estresse no ambiente corporativo, antes que este contamine a vida pessoal e se instale na intimidade do casal.
Homens e mulheres enfrentam dificuldades até para distinguirem os efeitos da ansiedade de outras situações inibidoras ao sexo.

O público masculino, por exemplo, quase sempre imagina que os problemas são apenas físicos porque se queixa de disfunção erétil ou de ejaculação precoce. Já as mulheres que manifestam falta de desejo lembram de síndromes como dores de cabeça ou dores no corpo, além de uma vida conjugal difícil e monótona. Em ambos os casos, doses elevadas e diárias de adrenalina alteram o sistema regulador da libido.

"O estresse tóxico é prejudicial à vida sexual de qualquer pessoa. Se for um problema prolongado e não houver tratamento para corrigir esse distúrbio, pode até afetar o relacionamento do casal", comenta Marcos Lago, psiquiatra pelo Hospital das Clínicas e consultor da Testmat. O médico diz receber em seu consultório um número cada vez maior de pacientes queixando-se de queda no desempenho sexual e que enfrentam uma rotina atribulada e pouco saudável.

As conseqüências são ainda mais graves quando se considera o sexo como fator importante para uma vida saudável. "Pessoas que desfrutam de um ambiente feliz em casa têm mais facilidade para superar os obstáculos do trabalho, enfrentando melhor as situações estressantes", diz o psiquiatra, que prossegue: "Quando a atividade sexual passa a ser afetada pelo estresse, temos um ciclo vicioso em que o agente positivo é prejudicado exatamente pelo mal que deveria combater".

É consenso entre os especialistas que o fator primordial para reduzir os índices de ansiedade no mundo corporativo é a mudança nos processos e na conduta entre os funcionários. "A má qualidade dos processos de gestão leva à deterioração da qualidade de vida, da performance pessoal e da saúde nas organizações", avisa Freddy Poetscher, diretor da Testmat e administrador de empresas pela FGV.

Erradicar as causas dessa ansiedade exagerada deveria ser preocupação constante em todas as organizações. Para esse fim, já existe até uma técnica específica: o WSM (Work Stress Management). Desenvolvido pela divisão Healthcare da Testmat - especializada em performance no trabalho -, é um programa para o tratamento e prevenção de enfermidades relacionadas à baixa performance organizacional.

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